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CANHONEIO DE POÇOS (PARTE 2): A DETONAÇÃO É INSTANTÂNEA. O ESCOAMENTO É PERMANENTE.
No primeiro texto desta série, discutimos porque a importância do canhoneio ainda é subestimada, sendo muitas vezes tratada como um mero detalhe operacional, e não como parte integrante da completação. Agora, vamos aprofundar uma das decisões mais recorrentes — e mais negligenciadas em sua complexidade — do projeto de um poço: a configuração do canhoneio É comum ouvir que aumentar a densidade de jatos melhora a produtividade, uma vez que aumenta a área de contato entre poço e
paulodore
26 de fev.5 min de leitura
Controle de Produção de Areia: por que este é um problema de engenharia — não apenas de completação
A produção de areia em poços de petróleo é, muitas vezes, tratada como um problema operacional isolado, a ser resolvido por meio de dispositivos de completação ou intervenções corretivas. Essa abordagem, embora comum, tende a simplificar excessivamente um fenômeno que é, na essência, multidisciplinar e fortemente dependente das decisões tomadas ainda na fase de projeto do poço. Na Flowell Solutions, essa visão orienta tanto projetos de engenharia quanto atividades de ensino,
Flowell Solutions
16 de fev.4 min de leitura


Canhoneio de poços: por que ainda erramos no básico?
Em muitos projetos de completação, o canhoneio ainda é tratado como um detalhe menor. Define-se a densidade de jatos, escolhe-se a fase “padrão”, aprova-se a carga… e segue o jogo. Quando a produtividade do poço fica abaixo do esperado, quase nunca o canhoneio entra na lista de suspeitos. E isso é um erro conceitual recorrente. O canhoneio não é apenas um elo entre o reservatório e o poço. Ele define um caminho de fluxo e, quando mal projetado, impõe restrições adicionais ao
Flowell Solutions
16 de fev.5 min de leitura
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